PROJETO SEMÁFORO DO TOQUE, DA ESCOLA CEMEI MARIA DA CONCEIÇÃO DA SILVA PAIXÃO.

Com o propósito de reconhecer as partes do corpo recebendo orientações de forma preventiva o abuso infantil e os pontos onde pode e não pode ser tocado, a professora Daiane Rosa da Silva, da escola CEMEI Maria da Conceição da Silva Paixão, de Osasco, trabalhou o projeto Semáforo do toque, com as crianças da turma Pré E.

Por: Marcela Faria / Escola na Minha Casa

              O projeto veio fomentar a data 18 de maio, que é celebrado o dia nacional de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Essa data foi instituída em 2000 pelo projeto de lei 9970/00 em homenagem a estudante Araceli, que sofreu abuso no dia 18 de maio de 1973, em Vitória (ES).  “A escola tem um papel importante, com uma didática adequada a cada idade, é possível falar sobre questões de sexualidade de forma orientativa a prevenção, só assim as crianças serão capazes de perceber e evitar possíveis situações de violência, sendo o melhor momento para o aprendizado a infância, pois é neste período que o caráter do ser humano é formado”, menciona a professora Daiane, idealizadora do projeto.

              O projeto foi realizado, tendo como objetivo pedagógico uma abordagem lúdica e educativa, onde as crianças puderam compreender a importância sobre o respeito com os colegas, bem como desenvolverem uma percepção sobre eventuais contatos físicos que além de desconfortáveis para elas podem evidenciar indícios de possíveis situações de alerta para educadores e famílias.

                  “É importante tratar esse tema na escola, porque a maior parte dos abusos sexuais que ocorrem em nosso país são praticados por entes da própria família. Dessa forma, na escola a criança pode entender o que está acontecendo, aprender a se proteger, além de ser um canal seguro para denunciar o abuso. Falar de sexualidade é falar sobre os sentimentos da criança, é falar do conhecimento do corpo, é ensinar a criança a se proteger de abuso sexual”, acrescenta a educadora.

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