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Cuidados com a Saúde

5 conselhos que realmente ajudam a proteger as crianças da gripe

Canguru News

Nem tudo depende da imunidade: hábitos simples do dia a dia podem reduzir bastante o risco de infecção

3 min de leitura

03 de junho de 2026

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5 conselhos que realmente ajudam a proteger as crianças da gripe

As crianças acabam sendo alvo constante dos vírus oportunistas, como da gripe

Se na sua casa, não tem ninguém gripado, agradeça. Com a chegada do outono e do inverno, os casos de gripe e outras infecções respiratórias costumam disparar. As crianças, que fazem parte do grupo mais vulnerável, acabam sendo alvo constante dos vírus oportunistas. Evitar completamente é quase impossível, mas, dá, sim, para proteger os pequenos, com medidas que têm efeito cientificamente comprovado. Estes cinco passos ajudam a reduzir o risco de transmissão e aumentar o cerco para as formas mais graves da doença:

 

1) Vacinar continua sendo uma das medidas mais importantes

A vacina da gripe não impede 100% das infecções, mas reduz significativamente o risco de casos graves, hospitalizações e complicações. Crianças pequenas fazem parte do grupo mais vulnerável porque ainda estão desenvolvendo o sistema imunológico e têm vias respiratórias menores, o que favorece quadros mais intensos. Além disso, quando mais pessoas ao redor se vacinam, menor tende a ser a circulação do vírus.

 

2) Sono caprichado

Dormir bem não é apenas questão de disposição. O sono participa diretamente da regulação do sistema imunológico. Crianças cansadas, dormindo menos do que precisam ou com sono muito fragmentado tendem a ficar mais suscetíveis a infecções respiratórias. Rotina previsível, horários minimamente consistentes e redução de telas perto da hora de dormir ajudam bastante.

 

3) Lavar as mãos

Lembra da pandemia? Pode parecer básico, mas higiene das mãos continua sendo uma das medidas mais eficazes para reduzir a transmissão de vírus respiratórios. Isso vale especialmente ao chegar da escola, antes das refeições, após assoar o nariz e depois de brincar em locais compartilhados.  O ideal é lavar com água e sabão por pelo menos 20 segundos.

 

4) Ambientes fechados facilitam surtos

No frio, é comum manter tudo fechado, mas ambientes pouco ventilados favorecem a circulação de vírus. Sempre que possível abra janelas, mantenha circulação de ar e prefira atividades ao ar livre. Ah, vale evitar exposição prolongada a locais muito cheios quando a criança estiver mais vulnerável.

 

5) Criança doente na escola, não.

Muitas transmissões acontecem porque crianças com sintomas respiratórios continuam frequentando escola, festas ou atividades. Febre, mal-estar importante, tosse intensa e secreção abundante são sinais de que o corpo precisa de descanso e de que há maior risco de transmissão. Além de proteger outras crianças, repouso adequado ajuda na recuperação.

 

E os suplementos?

Especialistas alertam que não existem fórmulas milagrosas para “blindar” a imunidade infantil. Alimentação equilibrada, vacinação, sono adequado, atividade física e redução de exposição aos vírus têm muito mais evidência científica do que suplementos vendidos como soluções rápidas.

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